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Calculadora gratuita

Calculadora do custo do no-show

Falta de paciente não custa só a consulta perdida. Custa a hora de agenda que ficou aberta e não pôde ser vendida para mais ninguém. Esta calculadora soma os dois e mostra quanto o no-show tira da clínica por mês, por ano, e quanto volta se a taxa cair alguns pontos.

Todos os horários marcados, não só os realizados.

Faltas sem aviso ÷ agendamentos.

Valor médio recebido por consulta.

min

Tempo que o horário ocupa na agenda.

Custo fixo mensal dividido pelas horas de agenda aberta no mês. Deixe zerado para contar só a receita perdida.

5,00% → taxa de 13,00%

Arraste para simular quanto volta ao caixa a cada ponto percentual a menos de falta.

Resultado

Custo das faltas por ano

R$ 241.920,00

R$ 20.160,00 por mês, somando receita perdida e agenda ociosa.

Receita perdida por mês
R$ 18.000,00
Faltas por mês
72
Horas de agenda vazias por mês
36,0 h
Volta por ano se cair 5,00%
R$ 67.200,00

20 atendimentos a mais por mês.

O custo por falta soma o ticket médio à fatia do custo fixo que aquela hora de agenda consumiu. A simulação de redução é aritmética, não previsão de resultado.

Detalhamento da conta

Cada linha mostra o valor e a operação que o produziu, com os números que você digitou.

IndicadorValorComo chegamos
Faltas por mês72agendamentos por mês (400) × taxa de falta (18,00%)
Receita perdida por mêsR$ 18.000,00faltas por mês × ticket médio (R$ 250,00)
Receita perdida por anoR$ 216.000,00receita perdida por mês × 12
Horas de agenda vazias por mês36,0 hfaltas por mês × duração do atendimento (30 min) ÷ 60
Custo da agenda ociosa por mêsR$ 2.160,00horas vazias × custo por hora ociosa (R$ 60,00)
Custo total por mêsR$ 20.160,00receita perdida + custo da agenda ociosa
Custo total por anoR$ 241.920,00custo total por mês × 12
Custo de cada faltaR$ 280,00ticket médio + custo da hora ociosa proporcional
Recuperado ao cair 5,00%R$ 67.200,00faltas evitadas por mês (20) × custo de cada falta × 12

Como esta conta é feita

O prejuízo de uma falta tem duas camadas. A primeira é óbvia: a receita daquele atendimento não entrou. A segunda passa despercebida: a hora de agenda foi paga do mesmo jeito, porque aluguel, folha e recepção não param quando o paciente não aparece. Somar as duas é o que transforma no-show de incômodo em número de gestão.

1. Quantas faltas por mês

faltas por mês = agendamentos por mês × taxa de falta

Use só falta sem aviso. Cancelamento comunicado com antecedência suficiente para reagendar o horário não gera o mesmo prejuízo, e misturar os dois infla o número e esconde o problema real.

2. A receita que deixou de entrar

receita perdida por mês = faltas por mês × ticket médio

receita perdida por ano = receita perdida por mês × 12

3. A agenda que ficou vazia

Cada falta devolve para a agenda um bloco de tempo que ninguém ocupou. Convertido em horas e multiplicado pelo custo fixo daquela hora:

horas vazias por mês = faltas por mês × duração do atendimento em minutos ÷ 60

custo da ociosidade = horas vazias × custo fixo por hora de agenda

Para achar o custo fixo por hora, divida o custo fixo mensal da clínica pelas horas de agenda aberta no mês. Uma clínica com R$ 18.000 de custo fixo e 300 horas de agenda tem custo de R$ 60 por hora.

4. O custo cheio

custo total por mês = receita perdida + custo da ociosidade

custo de cada falta = ticket médio + custo da hora ociosa proporcional

O custo por falta é o número mais acionável da página: é ele que diz se vale a pena investir em confirmação ativa, se a taxa de cancelamento cobrada faz sentido e quanto custa deixar um horário vago sem oferecer para a lista de espera.

5. Quanto volta com a taxa menor

O controle deslizante desconta pontos percentuais da taxa atual e mede o retorno em atendimentos e em dinheiro:

faltas evitadas = agendamentos × pontos de redução

recuperado por ano = faltas evitadas × custo de cada falta × 12

O que a conta não resolve

Não existe estatística oficial única de no-show no Brasil, e as taxas publicadas variam demais por especialidade, região e perfil de paciente para servir de referência. Por isso a calculadora não sugere nenhuma média: ela trabalha com o número que você mediu na sua agenda. A conta também assume que todo horário vago poderia ter sido vendido, o que só é verdade quando existe demanda reprimida. Em agenda com buraco, a receita perdida é menor do que o cálculo sugere, mas o custo fixo da hora continua correndo igual.

Como usar este número na prática

  1. Meça a sua taxa real por três meses antes de decidir qualquer coisa. Falta sem aviso e cancelamento com antecedência pedem soluções diferentes e não podem entrar no mesmo número.
  2. Compare o custo anual das faltas com o custo do que resolveria o problema: confirmação automática, lembrete em duas etapas, lista de espera. Se o prejuízo é maior, a decisão se paga sozinha.
  3. Use o custo por falta para dimensionar a política de cancelamento. Uma taxa simbólica que não cobre nem a hora ociosa não muda comportamento.
  4. Monte lista de espera para os horários mais concorridos: preencher um horário vago em cima da hora é o único jeito de recuperar a receita no mesmo dia.
  5. Reveja a simulação por especialidade e por profissional. Taxa média esconde a agenda que concentra o problema.

Perguntas frequentes

Como eu descubro a taxa de falta da minha clínica?

Divida o número de atendimentos marcados que não aconteceram pelo total de agendamentos do mesmo período e multiplique por cem. Conte só falta sem aviso: cancelamento com antecedência suficiente para reagendar o horário é outro problema, com outra solução.

Por que somar custo de agenda ociosa se o paciente não veio?

Porque aquela hora foi paga de qualquer jeito. Sala, recepção, folha e software correm com ou sem paciente na cadeira. O campo de custo por hora ociosa é opcional, mas quando preenchido mostra o prejuízo cheio, não apenas a receita que deixou de entrar.

Existe uma taxa de no-show considerada normal no Brasil?

Não existe estatística oficial única, e os números publicados variam muito por especialidade, região e perfil de paciente, o que torna qualquer média genérica pouco útil. O número que importa é o da sua própria agenda, medido mês a mês. Use esta calculadora com ele, não com uma média de mercado.

Cobrar taxa de falta resolve?

Ajuda em parte dos casos, mas depende de política escrita, avisada antes do agendamento e aplicada com consistência. Na prática, confirmação ativa pelo WhatsApp, lembrete em duas etapas e lista de espera para preencher o horário vago costumam derrubar mais a taxa do que a multa.

A redução simulada é uma promessa de resultado?

Não. O campo de redução é uma simulação aritmética: ele mostra quanto voltaria ao caixa se a taxa caísse os pontos que você escolheu, nada além disso. Quanto a sua taxa vai cair depende do processo que você implantar e do perfil da sua agenda.

Agenda cheia é agenda confirmada.

A Salte confirma consulta pelo WhatsApp, lembra o paciente e oferece o horário vago para a lista de espera. Agende uma demonstração e veja com a sua agenda.

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